GESTÃO DA EMOÇÃO | RECEITAS PARA VIVER SAUDÁVEL
Localização
Rua Osvaldo Pacheco, 10 - Boituva/SP (por agendamento)

QUEM CUIDA, PRECISA DE CUIDADOS

O PARENTE ENFERMO
É muito mais comum nos oportunizarmos à abordagem sobre os doentes em si, suas doenças, formas de prevenção, tratamentos, sequelas etc. Menos comum, é a abordagem nos impactos gerados aos familiares da maioria dos doentes, sobretudo, mas não exclusivamente, quando se tratar de alguma disfunção que tenha como consequência a incapacitação temporária ou permanente do ente querido.
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Subitamente, esses familiares são tomados de uma energia propulsora a
fim de assegurar ao enfermo o total conforto e atendimento às suas necessidades básicas. Essa força é a fração positiva da adrenalina, em frequência elevada, a qual gera um estado de urgência e de ação efetiva. Durante um considerável espaço de tempo, essa energia é construtiva e objetiva. Quando a situação se alonga por períodos de duração menos desejada, o familiar pode entrar em processo de sobrecarga física, mental e emocional.
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Ocorre que a frequência elevada dessa
adrenalina (a mesma que era positiva
no início de todo o processo) é ameaçada por eventuais ondas de pensamentos não favoráveis, os quais são gerados pelo medo ou pela ira. Por mais que tenhamos resistência, a situação em si pode gerar um quadro de revolta interna.
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O medo é responsável por nos desconectar com nossa fonte de fé e poder pessoal. A revolta nos empurra ladeira abaixo, diretamente para as baixas frequências energéticas. Igualmente, os pensamentos negativos ou desanimadores, fazem sintonia direta com tais faixas inferiores, as quais dragam as energias e geram mais e mais negatividade, em efeito espiral. O esforço a ser empenhado para sair dessa armadilha energética, é cerca de cinco vezes maior do que a energia para se manter na positividade.
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Os sintomas mais comuns de familiares
com desequilíbrio energético: distúrbios
do sono, irritabilidade, fadiga mental, dores no corpo, agressividade, vitimismo etc. Quando se instala esse cenário, geralmente o familiar tem grandes dificuldades de corresponder às demandas do outro e equivoca-se como CULPADO.
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As técnicas integrativas podem resgatar o equilíbrio. Permitam-se!

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